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Agonia do “quase” fim de ano

Imagem: Banco de imagens
Imagem: Banco de imagens

Todo ano nessa época eu sou acometida pelo mesmo mal! Não sei como nomeá-lo, podemos tentar: saco cheio, preguiça, acaba ano… Sei lá. A verdade é que nesse período eu não quero saber de mais nada, além de sombra e água fresca.

É o tempo que você já está exausto das rotinas do ano inteiro, e olha que minha vida não é rotineira! Já não aguento me exercitar, limpar casa, lavar roupa, fazer comida, ir ao mercado, trabalhar. Não aguento mais seguir a dieta, pensar na crise do país. Não aguento mais ler sobre a Joelma e o Chimbinha!!!! Tudo já deu!

A paciência, que eu já não tenho, está ainda menor! E como eu lido diretamente com pessoas todo dia, não aguento mais o ser humano! Hoje, por exemplo, o cliente me pediu para enviar fotos de capinhas de certo modelo de celular (para entender: vendo capinhas de celular pelo Whatsapp), enviei todas, na maior boa vontade. O que recebo em troca?! “Ou masculina pow”. Amigo, eu não tenho bola de cristal… e você é uma dessas pessoas sem identidade, a qual a foto de perfil é junto com alguém! Fora o assassinato da língua portuguesa que já aguento diariamente.

A única coisa que consigo visualizar é o azul do mar, o sol… Os ambulantes me oferecendo comida (são os únicos gritos que não me incomodam na vida!)… Aí depois de ficar o dia inteiro estirada na areia feito lagartixa, à noite você caminha sob a brisa do mar… tomando um sorvetinho… sim… estou delirando já!

O bom é pensar que daqui a alguns dias isso passa. E você pode ter a doce libertação do descanso. Montar os enfeites de Natal e ter a energia boa das festas de fim de ano. E já penso em uma promessa para 2016. Programar para tirar duas férias no ano, como nos tempos da escola.

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Sobre tudo, e sobre nada

Imagem: Banco de Imagens
Imagem: Banco de Imagens

“Se chove lá fora, queima aqui dentro…”. A verdade é que a chuva me dá uma vontade enorme de escrever. O barulhinho dos pingos batendo no telhado me inspiram. E hoje tenho tantas ideias na cabeça, tanta coisa que quero escrever, que não sei o que escrever ou por onde começar.

Eu estava pensando sobre o ato de escrever. Sou tão ruim com palavras orais, mas sinto que a coisa flui de forma completamente diferente quando escrevo. As pessoas andam dizendo que a internet e as tecnologias de hoje, ao mesmo tempo que aproximam as pessoas, as afastam. De certa forma tenho que concordar, mas meus sentimentos e as ideias confusas na minha cabeça têm muito a agradecer.

Falar com uma pessoa pra mim, às vezes, na maioria delas, é muito difícil! Eu tropeço nas palavras, engasgo, dou voltas e mais voltas e muitas das vezes não consigo dizer o que queria ou transmitir do jeito que queria. Sou daquelas que depois que a pessoa vai embora pensa “mas eu devia ter falado aquela frase que ensaiei!” E quando eu escrevo, isso não acontece, a timidez some, as palavras vem com uma facilidade enorme. Se a pessoa não conseguiu entender tenho tempo pra explicar novamente.

Por isso hoje agradeço as mensagens de texto, WhatsApp, Facebook, Blogs, Reclame aqui e qualquer outra que possa ter esquecido, mas que sempre me ajudam a expressar meus sentimentos, palavras e pensamentos.

Carta ao meu vizinho

Imagem: Reprodução web
Imagem: Reprodução web

Desde que comecei a morar em prédio tenho problemas com vizinhos, não dou sorte mesmo. No meu antigo prédio, meu vizinho do andar debaixo tinha uma banda e tocava a hora que dava vontade em um apartamento sem qualquer isolamento acústico. Resultado? Minha casa tremia inteira e ninguém conseguia nem escutar os próprios pensamentos. E só um detalhe, estava em ano de vestibular!

Entenda, esse prédio era bem ruinzinho… O vizinho do lado fumava, e todo o agradável cheiro de cigarro empesteava toda minha casa. Quando ele se mudou dei Glória e até fui dar as boas vindas a minha nova vizinha. Passado alguns dias, ela se revelou! Escutava Sandy e Junior todos os dias, na maior altura, por horas seguidas.

Em 2013 eu me mudei, pensando que estaria liberta em um prédio mais civilizado. #sqn. Tem uma demônia que mora no apartamento em cima do meu. Nesse momento, às 23:48 de uma quinta-feira fria resolvi escrever este texto porque depois de muito adiar, escrevi uma carta a minha síndica solicitando clemência. Minha bela vizinha batucava freneticamente há um bom tempo e quando o ódio me subiu a cabeça, peguei a vassoura e dei uma de Mr. Heckles (Friends)!! E cara, confesso, quando eu pego a vassoura eu surto… O treco tem um poder… Qualquer dia morro igual ele com a vassoura na mão!!

Minha vizinha é bela, um anjo, adora a Laura Pausini, escuta a mesma música centenas de vezes seguidas por horas a fio… Agora ela também curte pular corda! Sim, em cima da minha cabeça!

Quando me mudei achava que um marceneiro morava ali. O barulho de martelo e pregos caindo no chão é diário… É tanto barulho que alguns nem consigo decifrar o que são.

Mas devo agradecê-la porque por ela aprendi a dormir com tampão no ouvido, o que me fez ter noites melhores.

Meu apelo aos vizinhos, os meus e os seus é: seja civilizado! Não atormente a paz alheia. Você, infelizmente, não mora em uma mansão a prova de som ou no meio de uma floresta (como eu queria).

Você não precisa andar com um tamanquinho com frufru cor-de-rosa em casa. Se quer estourar seus tímpanos, estoure só os seus, não os meus. Já inventaram um negócio divo, chama-se fone de ouvido.

Se você quer debater com sua amiga (ahinn amigaaa) se você dá ou não pra aquele cara (sim, eu ouvi isso), o faça dentro de casa em voz contida (porque eu, nem ninguém, quer saber isso) e não na janela ou na sacada.

Ninguém precisa ser amigo do vizinho, amá-lo e trocar tortas com eles. Mas lembre-se que acima ou abaixo de você a um ser humano com ouvidos.

Espero que isso me ajude com a minha vizinha e possa ajudar outros também. Acho que vou fazer cópias e sugerir que a síndica entregue. O que acham?!

De repente 30

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Eu me encontro no auge dos meus 27 aninhos, com os 28 batendo na porta. E isso me assusta, às vezes, porque assim como Jenna, no filme De Repente 30, eu sempre pensei que 30 é a idade do sucesso. E tenho medo de ser mentira.

Por isso, enquanto eu ainda tenho meus vinte e poucos, resolvi arriscar mais, jogar regras e parâmetros para o alto para conquistar o tão sonhado sucesso dos 30.

E aí você se pergunta: e o que seria sucesso?! Para mim, isso significa ser mais independente, poder pagar todas as minhas contas, ser feliz profissionalmente, ter um carro, uma casa, poder viajar por aí e ter pessoas para compartilhar a felicidade comigo.

Comecei a pensar e planejar mudanças em 2013. Muitas das mudanças aconteceram mais dentro de mim, no meu jeito de pensar. Ano passado, ao sair de um emprego que me desgastava física e psicologicamente me senti perdida, mas à medida que os meses foram passando percebi que eu não queria procurar outro emprego, que eu não queria mais ter que trabalhar para alguém.

Algumas pessoas, que assim como eu, pensam que o certo é ser padrão, me perguntavam: mas então o que você vai fazer?! E eu respondi: ainda não descobri! Hoje, eu sei o que quero fazer, aliás, estou fazendo e correndo atrás, e está me fazendo muito bem. As dificuldades aparecem, dia a dia, porém, quando se faz o que se gosta, quando se sente que está no caminho certo, é mais fácil! Se é o que vou querer continuar fazendo amanhã, não sei! Só sei que agora me faz feliz! E não falo só profissionalmente, mas em todos os campos da vida.

Tenho tentando, dado o meu máximo, de pensar menos no futuro e viver mais o presente. Escolher o que me faz bem agora. E amanhã???! A gente vê depois!

Seja sua melhor companhia

Imagem: Banco de imagens
Imagem: Banco de imagens

Tem coisa melhor do que pegar um livro e mergulhar nele como seu não houvesse amanhã? Ou fazer uma maratona da sua série ou filmes preferidos com aquele chocolate que você adora? Bem, ao que parece muita gente não sabe como sua própria companhia é boa.

Tem gente que não sabe fazer suas refeições sozinhas. Se eu não soubesse fazer isso já tinha morrido de fome, já que moro sozinha! As pessoas se preocupam no que os outros vão pensar dela comendo em um restaurante sem ninguém! Oi? Não tem coisa melhor que saborear uma boa comida sem se preocupar em falar com alguém!

Outras não vão ao cinema sozinhas. Meu amigo, se você esperar alguém ter disponibilidade para ver o filme que você quer, ele vai sair de cartaz e você já vai perder aquele outro que também queria ver! Se você está com tempo e vontade, vá!

Você quer fazer aquela viagem dos seus sonhos (veja bem, dos SEUS sonhos), mas não vai se não tiver companhia. Não, não! Pense em como será maravilhoso ir a todos os lugares que quer, sem ter que saber se o outro prefere A ou Z.

As pessoas tem que aprender a se curtir mais. É aquela velha história: se você não gosta de estar com você quem mais vai gostar? É lógico que fazer as coisas com alguém, às vezes, também é ótimo, mas você não pode ficar esperando o outro para fazer o que você quer. A vida é feita de escolhas e de pequenas coisas, ninguém pode ser feliz no seu lugar, só você!

Viaje pelo Google Street View

Imagem: Reprodução Google Street View
Imagem: Reprodução Google Street View

Seja porque a grana tá curta ou só para explorar melhor o lugar que você vai visitar, use essa ferramenta maravilhosa que é o Google Street View.

Eu quero conhecer o mundo, mas tenho um apego especial por Nova Iorque. É meu sonho há tempos! E quando comecei a pesquisar as coisas pra por em prática essa viagem, me deparei com o depoimento de uma moça dando a dica do Street View. Pronto! Virou minha brincadeira favorita e todo dia vou à Nova Iorque, hahahhaa.

O engraçado é que eu uso essa ferramenta pra tudo (jornalista vai a lugares que nunca imaginou existir!) e eu nunca tinha pensado em usar dessa forma.

É ótimo! Você pode conhecer melhor a cidade, os lugares que quer conhecer e aprender a se locomover mesmo. Escolha um hotel e faça as rotas para os passeios. É bom também porque dá pra ter ideia se é possível ir a pé ou vai precisar de transporte.

“Cinco” fatos sobre mim

Foto: Henelise Motta
Foto: Henelise Motta

Resolvi entrar na brincadeira dos “5 fatos sobre mim”, e comecei a pensar sobre o assunto. Achei que era fácil, mas foi bem difícil. O problema é que não consegui achar só cinco… Como todo mundo fala que sou muito fechada… Aí vai! Conheçam-me! Hahaha

  1. Eu amo corujas! Me apaixonei por uma família de corujas buraqueiras em um verão em Cabo Frio. Desde então tudo que vejo de corujas quero comprar. E agora as pessoas também me presenteiam com coisas dessas fofinhas. Tem tanta coruja nessa casa que um dia não vai ter espaço para mim!
  2. Eu sou super irônica! E isso não é bem visto por todos, porque não é todo mundo que entende. Às vezes, tenho que me policiar sobre o que falo e com quem, além de ter que controlar minhas caras e bocas.
  3. O sinal que me entrega quando eu estou nervosa é que fico vermelha no colo. E branca desse jeito… é quase imperceptível!
  4. Sou extremamente estabanada, na verdade, acho que é mais para afobada. Vivo roxa (outro efeito colateral da branqueza), desde que era criança. Eu chego a ser tão estúpida, que nem eu acredito. As maçanetas das portas me agarram, eu bato na parede, nos móveis, tropeço no nada… Um horror!
  5. Eu durmo com vários travesseiros, nem sei mais quantos! Só consigo dormir bem se tiver muito escuro. Sou psicótica e fico tampando cada frestinha.
  6. Tenho certo TOC com organização. Se alguém mexer nas minhas coisas, pode ser uma coisa mínima, eu vou saber! Quando ia umas faxineiras loucas lá em casa que mudavam, simplesmente, tudo de lugar eu tinha taquicardia, sério! Inclusive, várias delas me roubaram e mesmo que fosse um anel, eu sabia que tinha sumido.
  7. Eu vejo centenas de milhares de vezes a mesma coisa e não enjoo. Pode ser filmes ou séries. Quando eu gosto, eu gosto mesmo!
  8. Não como praticamente nada saudável. Legumes, verduras e frutas passam longe do meu cotidiano. Sou extremamente nojenta com comida, tenho meio que pavor de provar coisas novas.
  9. Minha sinceridade incomoda os outros. Por isso, muitas vezes prefiro ficar com a minha boca fechada.
  10. Sou extremamente ansiosa e impaciente. Odeio esperar, por isso, não faço ninguém esperar. Quero resolver tudo de uma vez, pra ontem. Acho que nasci de cinco meses… Sou dessas que levanta a cada intervalo do filme.

Contem-me algumas coisas sobre vocês também!

Esvazie sua mente

Imagem: Reprodução web
Imagem: Reprodução web

Já experimentou escrever coisas que estão rodopiando na sua cabeça? Não estou falando de fazer um diário. Simplesmente pegar uma folha de papel ou no computador mesmo e escrever, escrever e escrever…

É uma ótima forma de esvaziar a cabeça. Ás vezes, ficamos remoendo certas coisas, muitas delas não queremos comentar com ninguém e a melhor forma de se livrar delas, ou ao menos dar uma aliviada, é colocando no papel.

Escreva seus sentimentos, angustias e medos. Coisas que estão te incomodando e você não consegue parar de pensar. Xingue quem tiver que xingar. Vale até “matar” alguém. Não quer mais aquela pessoa que te fez muito mal na sua vida? Mate ela no papel. Faça uma historinha! (gente, mate só no papel, pelo amor de Deus!)

Quando era mais nova fazia diários, os quais você sente muita vergonha depois! Mas, dessa maneira é muito melhor. Você poder jogar o papel fora depois (rasgar, queimar) ou deletar, depois do tempo que achar possível.

Porém, essa prática não precisa ser só para coisas ruins. Eu gosto muito também de fazer as famosas cartas para o meu “eu futuro”. Faço, principalmente, no final do ano, perto último dia mesmo, tipo uma retrospectiva. Depois que escrevo, leio a do ano anterior. É uma experiência muito legal! Super recomendo!

Potinho de coisas boas

Foto: Henelise Motta
Foto: Henelise Motta

No começo do ano passado tive a sorte de me deparar com essa ideia genial que agora quero compartilhar com vocês:

Pegue um potinho ou uma caixinha e dentro vá guardando tudo de bom que acontecer com você durante o ano. Anote em um papel e coloque no pote. Pode ser qualquer coisa, desde pequenos episódios que te deixaram feliz em um dia, até grandes acontecimentos!

No final do ano ou quando te der vontade, abra o potinho e veja quantas coisas você tem para agradecer, (eu abri o meu só hoje!). Você vai ver que a vida fica mais leve.

Depois você pode guardar as lembranças, queimar… Enfim, faça o ritual que preferir! Eu acendi uma vela em agradecimento e queimei os papeizinhos nela!

O meu potinho parece vazio porque fiz em papeis bem pequenininhos e ainda dobrei! Só sei que me surpreendi com o tanto de coisas boas que colecionei em 2014.

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