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O Teorema Katherine

Foto: Henelise Motta
Foto: Henelise Motta

Se o assunto é relacionamento, o tipo de garota de Colin Singleton tem nome: Katherine. E em se tratando de Colin e Katherines, o desfecho é sempre o mesmo: ele leva o fora. Já aconteceu muito. Dezenove vezes, para ser exato.

Depois do mais recente e traumático término, ele resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e um melhor amigo bem fora de forma no banco do carona, o ex-garoto prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar pés na bunda, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam.

Uma descoberta que vai mudar para sempre a história amorosa do mundo, vai vingar séculos de injusta vantagem entre Terminantes e Terminados e, enfim, elevará Colin Singleton diretamente ao distinto posto de gênio da humanidade. Também, é claro, vai ajudá-lo a reconquistar sua garota. Ou, pelo menos, é isso o que ele espera.

Foi o primeiro livro do John Green que não me prendeu. Não digo que odiei, mas é sem graça e meio chatinho. Tem muitas (muitasss) notas de rodapé, principalmente, sobre matemática, que eu odeio! Então pulei quase todas. Porém, mesmo assim vale a leitura.

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Quem É Você, Alasca?

Foto: Henelise Motta
Foto: Henelise Motta

Miles Halter é um adolescente fissurado por célebres últimas palavras que, cansado de sua vidinha pacata e sem graça em casa, vai estudar num colégio interno à procura daquilo que o poeta François Rabelais, quando estava à beira da morte, chamou de o ‘Grande Talvez’. Muita coisa o aguarda em Culver Creek, inclusive Alasca Young, uma garota inteligente, espirituosa, problemática e extremamente sensual, que o levará para o seu labirinto e o catapultará em direção ao Grande Talvez.

Assim como em Cidades de Papel, as primeiras páginas não me conquistaram, fiquei na dúvida se seria bom. Mas, não demorou muito para Alasca Young me conquistar! Ela tem um “que” de Margo Roth Spiegelman, que te envolve, mesmo que por um bom tempo você não entenda porque ela é assim.

É difícil falar sobre esse livro sem entregar nenhum spoiler, por isso vou ser sucinta. John Green é foda!! O cara escreve muito, e ao mesmo tempo que você morre de ódio dele, você o ama de paixão. Ele escreve personagens pelos quais você se encanta, se apaixona e se sente falta depois que o livro acaba.

Só para reforçar como Quem é você, Alasca? é foda, eu “comi” ele em três dias!

Vale a pena conferir os extras

Foto: Henelise Motta
Foto: Henelise Motta

Uma coisa que eu não fazia antes e passei a amar é assistir os extras dos DVDs e Blu-rays. Antes, quando vinha escrito que tinha muitos extras eu pensava “e daí?”, mas descobri que eu era idiota!

Tem coisas incríveis para assistir além do filme. Eu fiz comunicação e uma das minhas matérias preferidas era cinema, então eu amo os extras de bastidores, produção e entrevistas com os atores. Toda a dificuldade que a equipe passa para se deslocar entre as locações, os atores congelando de frio e rindo de uma orelha a outra assim mesmo…

Quando o filme é adaptado de um livro melhor ainda! Geralmente o autor acompanha as filmagens e é maravilhoso ver a emoção deles ao ver sua obra ganhando vida. Muitas vezes eles fazem até pontinhas no filme, como é o caso de Stephenie Meyer em Crepúsculo, John Green em A Culpa é das Estrelas e Veronica Roth em Divergente.

Fora as cenas excluídas que muitas vezes você nem acredita que elas foram retiradas do filme de tão boas que são. Ah! E os efeitos especiais?  É simplesmente incrível ver aquele fundo verde virar uma coisa extraordinária.

Tirem um tempinho, peguem seus DVDs e assistam os extras!!

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