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amantes da leitura

Aquisições do dia

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Anjos e Demônios eu já li há muitos anos, mas não tinha o livro! Esse Enfim, 30, vi indicação em algum lugar, que não lembro onde! Ainda vou fazer 28, semana que vem, mas é bom já ir lendo né!! rsrs. E a edição especial de 10 anos de Crepúsculo, que são dois livros em um.

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Agonia do “quase” fim de ano

Imagem: Banco de imagens
Imagem: Banco de imagens

Todo ano nessa época eu sou acometida pelo mesmo mal! Não sei como nomeá-lo, podemos tentar: saco cheio, preguiça, acaba ano… Sei lá. A verdade é que nesse período eu não quero saber de mais nada, além de sombra e água fresca.

É o tempo que você já está exausto das rotinas do ano inteiro, e olha que minha vida não é rotineira! Já não aguento me exercitar, limpar casa, lavar roupa, fazer comida, ir ao mercado, trabalhar. Não aguento mais seguir a dieta, pensar na crise do país. Não aguento mais ler sobre a Joelma e o Chimbinha!!!! Tudo já deu!

A paciência, que eu já não tenho, está ainda menor! E como eu lido diretamente com pessoas todo dia, não aguento mais o ser humano! Hoje, por exemplo, o cliente me pediu para enviar fotos de capinhas de certo modelo de celular (para entender: vendo capinhas de celular pelo Whatsapp), enviei todas, na maior boa vontade. O que recebo em troca?! “Ou masculina pow”. Amigo, eu não tenho bola de cristal… e você é uma dessas pessoas sem identidade, a qual a foto de perfil é junto com alguém! Fora o assassinato da língua portuguesa que já aguento diariamente.

A única coisa que consigo visualizar é o azul do mar, o sol… Os ambulantes me oferecendo comida (são os únicos gritos que não me incomodam na vida!)… Aí depois de ficar o dia inteiro estirada na areia feito lagartixa, à noite você caminha sob a brisa do mar… tomando um sorvetinho… sim… estou delirando já!

O bom é pensar que daqui a alguns dias isso passa. E você pode ter a doce libertação do descanso. Montar os enfeites de Natal e ter a energia boa das festas de fim de ano. E já penso em uma promessa para 2016. Programar para tirar duas férias no ano, como nos tempos da escola.

Carta ao meu vizinho

Imagem: Reprodução web
Imagem: Reprodução web

Desde que comecei a morar em prédio tenho problemas com vizinhos, não dou sorte mesmo. No meu antigo prédio, meu vizinho do andar debaixo tinha uma banda e tocava a hora que dava vontade em um apartamento sem qualquer isolamento acústico. Resultado? Minha casa tremia inteira e ninguém conseguia nem escutar os próprios pensamentos. E só um detalhe, estava em ano de vestibular!

Entenda, esse prédio era bem ruinzinho… O vizinho do lado fumava, e todo o agradável cheiro de cigarro empesteava toda minha casa. Quando ele se mudou dei Glória e até fui dar as boas vindas a minha nova vizinha. Passado alguns dias, ela se revelou! Escutava Sandy e Junior todos os dias, na maior altura, por horas seguidas.

Em 2013 eu me mudei, pensando que estaria liberta em um prédio mais civilizado. #sqn. Tem uma demônia que mora no apartamento em cima do meu. Nesse momento, às 23:48 de uma quinta-feira fria resolvi escrever este texto porque depois de muito adiar, escrevi uma carta a minha síndica solicitando clemência. Minha bela vizinha batucava freneticamente há um bom tempo e quando o ódio me subiu a cabeça, peguei a vassoura e dei uma de Mr. Heckles (Friends)!! E cara, confesso, quando eu pego a vassoura eu surto… O treco tem um poder… Qualquer dia morro igual ele com a vassoura na mão!!

Minha vizinha é bela, um anjo, adora a Laura Pausini, escuta a mesma música centenas de vezes seguidas por horas a fio… Agora ela também curte pular corda! Sim, em cima da minha cabeça!

Quando me mudei achava que um marceneiro morava ali. O barulho de martelo e pregos caindo no chão é diário… É tanto barulho que alguns nem consigo decifrar o que são.

Mas devo agradecê-la porque por ela aprendi a dormir com tampão no ouvido, o que me fez ter noites melhores.

Meu apelo aos vizinhos, os meus e os seus é: seja civilizado! Não atormente a paz alheia. Você, infelizmente, não mora em uma mansão a prova de som ou no meio de uma floresta (como eu queria).

Você não precisa andar com um tamanquinho com frufru cor-de-rosa em casa. Se quer estourar seus tímpanos, estoure só os seus, não os meus. Já inventaram um negócio divo, chama-se fone de ouvido.

Se você quer debater com sua amiga (ahinn amigaaa) se você dá ou não pra aquele cara (sim, eu ouvi isso), o faça dentro de casa em voz contida (porque eu, nem ninguém, quer saber isso) e não na janela ou na sacada.

Ninguém precisa ser amigo do vizinho, amá-lo e trocar tortas com eles. Mas lembre-se que acima ou abaixo de você a um ser humano com ouvidos.

Espero que isso me ajude com a minha vizinha e possa ajudar outros também. Acho que vou fazer cópias e sugerir que a síndica entregue. O que acham?!

De repente 30

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Eu me encontro no auge dos meus 27 aninhos, com os 28 batendo na porta. E isso me assusta, às vezes, porque assim como Jenna, no filme De Repente 30, eu sempre pensei que 30 é a idade do sucesso. E tenho medo de ser mentira.

Por isso, enquanto eu ainda tenho meus vinte e poucos, resolvi arriscar mais, jogar regras e parâmetros para o alto para conquistar o tão sonhado sucesso dos 30.

E aí você se pergunta: e o que seria sucesso?! Para mim, isso significa ser mais independente, poder pagar todas as minhas contas, ser feliz profissionalmente, ter um carro, uma casa, poder viajar por aí e ter pessoas para compartilhar a felicidade comigo.

Comecei a pensar e planejar mudanças em 2013. Muitas das mudanças aconteceram mais dentro de mim, no meu jeito de pensar. Ano passado, ao sair de um emprego que me desgastava física e psicologicamente me senti perdida, mas à medida que os meses foram passando percebi que eu não queria procurar outro emprego, que eu não queria mais ter que trabalhar para alguém.

Algumas pessoas, que assim como eu, pensam que o certo é ser padrão, me perguntavam: mas então o que você vai fazer?! E eu respondi: ainda não descobri! Hoje, eu sei o que quero fazer, aliás, estou fazendo e correndo atrás, e está me fazendo muito bem. As dificuldades aparecem, dia a dia, porém, quando se faz o que se gosta, quando se sente que está no caminho certo, é mais fácil! Se é o que vou querer continuar fazendo amanhã, não sei! Só sei que agora me faz feliz! E não falo só profissionalmente, mas em todos os campos da vida.

Tenho tentando, dado o meu máximo, de pensar menos no futuro e viver mais o presente. Escolher o que me faz bem agora. E amanhã???! A gente vê depois!

Fallen

Imagem: Henelise Motta
Imagem: Henelise Motta

Excitante, sombrio e romântico Fallen é, ao mesmo tempo, um thriller vigoroso e uma inesquecível história de amor.

Algo parece estranhamente familiar em relação a Daniel Grigori. Solitário e enigmático, ele chama a atenção de Luce logo no seu primeiro dia de aula no reformatório. A mudança de escola foi difícil para a jovem, mas encontrar Daniel parece aliviar o peso das sombras que atormentam seu passado: um incêndio misterioso que provocou a morte de seu namorado levou Luce até ali.

Irremediavelmente atraída por Daniel, ela quer descobrir qual é o segredo que ele precisa tanto esconder – uma verdade que poderia matá-la. Algo que, em suas vidas passadas, Daniel não conseguiu evitar.

Me conquistou desde a primeira página! Amei cada vírgula da escrita da Lauren Kate! Gosto demais de literatura fantástica, é, sem dúvida, o meu tipo preferido de livro. E tem que ser exatamente como em Fallen, você devora cada folha, o olho arde de sono, mas não dá pra parar.

Decidi ler depois de muitas e muitas indicações em um grupo de leitura que participo no Facebook. E estou me corroendo porque já encomendei os outros, mas ainda não chegaram.

E tem isso ainda, é uma série! São 5 livros: Fallen, Tormenta, Paixão, Êxtase e Apaixonados. E tem filme vindo por aí, já está sendo produzido!! Ou seja, vale muito a pena a leitura.

O Teorema Katherine

Foto: Henelise Motta
Foto: Henelise Motta

Se o assunto é relacionamento, o tipo de garota de Colin Singleton tem nome: Katherine. E em se tratando de Colin e Katherines, o desfecho é sempre o mesmo: ele leva o fora. Já aconteceu muito. Dezenove vezes, para ser exato.

Depois do mais recente e traumático término, ele resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e um melhor amigo bem fora de forma no banco do carona, o ex-garoto prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar pés na bunda, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam.

Uma descoberta que vai mudar para sempre a história amorosa do mundo, vai vingar séculos de injusta vantagem entre Terminantes e Terminados e, enfim, elevará Colin Singleton diretamente ao distinto posto de gênio da humanidade. Também, é claro, vai ajudá-lo a reconquistar sua garota. Ou, pelo menos, é isso o que ele espera.

Foi o primeiro livro do John Green que não me prendeu. Não digo que odiei, mas é sem graça e meio chatinho. Tem muitas (muitasss) notas de rodapé, principalmente, sobre matemática, que eu odeio! Então pulei quase todas. Porém, mesmo assim vale a leitura.

As Crônicas de Gelo e Fogo

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Foto: Henelise Motta

Eu já dei a dica da série Game of Thrones e hoje vou falar sobre os livros que deram origem a ela: As Crônicas de Gelo e Fogo, do norte-americano George R. R. Martin. Atualmente a série conta com cinco volumes publicados e mais dois sendo escritos, sem data de lançamento.

Os livros contam histórias de lordes e damas, soldados e mercenários, assassinos e bastardos, que se juntam em um tempo de presságios malignos. Cada um esforçando-se para ganhar este conflito mortal – a guerra dos tronos. São recheados de mistérios, intrigas, romances, aventuras e muitas mortes.

Seguindo uma linha parecida com o gênero de O Senhor do Aneis, os livros somente devem ser lidos por quem realmente gosta de ler, pois nenhum tem menos que 800 páginas. Martin é bem detalhista, descreve cada cena com uma riqueza de detalhes impressionante, mas que chega a ser cansativa às vezes. Mesmo assim vale muito a pena ler porque a história é muito boa.

Seja bem-vindo

Eu sempre vivi no mundo da lua, tenho a imaginação muito fértil. Era eu quem inventava os teatrinhos na escola, as brincadeiras malucas e as coreografias de nossas apresentações.

Sou jornalista, apaixonada por livros, filmes e séries. Amo escrever, acredito que desde que aprendi a fazê-lo. Sou tímida e de poucas palavras (orais pelo menos), e por esse motivo muitos me perguntam por que escolhi essa profissão. A resposta é simples: eu amo escrever.

Tenho a cabeça fervilhando de ideias e decidi criar o blog para colocar para fora um pouco dessas tantas. Pretendo aqui compartilhar minhas estórias e dar algumas dicas das coisas que gosto e acho interessantes.

Em relação ao nome do blog, é o seguinte: eu sonho muito (dormindo mesmo) e acho que leio tanto que sonhei que estava lendo. Como boa “mulherzinha” que sou acordei e fui procurar o significado, então veio daí – Sonho com leitura.

Espero que gostem.

Henelise Motta

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Phantasticus – Fantástico em latim. Gênero literário que congrega três subgêneros: Fantasia, ficção científica e terror. Agora, um lugar para os leitores e escritores que são apaixonados por leitura e escrita, sobre estes mundos imaginários. Que tal sentir pelo virar das páginas o calafrio e o medo provocados pelo terror de algumas linhas. Deixar que o cavaleiro ou a guerreira que existem dentro de nós venha a aflorar. Dos tempos da espada e da feitiçaria. Das religiões antigas aos seres imaginários (ou inimaginários). Um lugar para compartilhar opiniões.